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domingo, 30 de janeiro de 2011

Galo estréia com vitória difícil contra o Funorte

Em jogo válido pela primeira rodada do campeonato mineiro de 2011, o Atlético venceu o Funorte fora de casa pelo placar de 2x1, de virada, após terminar o primeiro tempo perdendo de 1x0 graças a um golaço feito pelo jogador Stanley. Uma bomba indefensável. Após o gol o Atlético praticamente dominou o jogo e as ações, e o time do norte de Minas se concentrou nos contra ataques que levaram um certo perigo a meta atleticana. Tivessem um pouco mais de capricho poderiam complicar ainda mais o jogo para o Galo.

Já no segundo tempo o Atlético entrou com duas modificações. Magno Alves no lugar de Jobson e Wesley no lugar de Rafael Cruz, com Serginho sendo deslocado para a lateral direita. O time alvinegro veio com tudo no segundo tempo e já aos 08 minutos houve o empate através de uma jogada envolvendo Magno Alves, Tardelli e Wesley, que finalizou. O goleiro rebateu e Magno Alves não perdoou e empatou a partida.

A partir daí foi praticamente ataque x defesa, com o Atlético pressionando o time do Funorte em busca do gol da virada. Após várias tentativas infrutíferas e de uma atuação um pouco apagada, Dorival queima a regra 3 ao entrar com Mancini no lugar de Renan Oliveira aos 28 minutos do segundo tempo. 01 minuto depois da entrada do Mancini o Funorte perdeu uma chance inacreditável. Anderson Toto chutou para cima uma bola incrível e que poderia sacramentar o jogo para o Funorte. E como diz o ditado. Quem não faz, leva. Dito e feito.
03 minutos após este lance Wesley entra na área e é derrubado. Penalidade máxima para o Galo e expulsão para o lateral Anderson Silveira por reclamação.

Na cobrança, Diego Tardelli bateu forte e marcou o segundo gol para o Galo. 2x1, aos 34 minutos do segundo tempo. A partir daí o jogo foi corrido e pegado, e o time do Galo teve algumas boas chances de fazer o terceiro gol, mas não conseguiu devido ao ritmo de jogo ainda não ser dos melhores, além do gramado um pouco ruim e das dificuldades inerentes a quem inicia uma temporada. No final o jogo terminou 2x1 para o Atlético. No próximo domingo o compromisso é contra o Tupi às 17h na Arena do Jacaré.

FICHA TÉCNICA:
FUNORTE 1 X 2 ATLÉTICO-MG
FUNORTE:
Raphael Barrios; Anderson Silveira, Anderson Vieira, Vinícius e Stanley (Fabricinho); Marcelinho, Anderson Toto, Peter (Gabriel) e Pedrinho; Dandão e Ualisson Mineiro.
Técnico: Wagner Oliveira

ATLÉTICO:
Renan Ribeiro; Rafael Cruz (Wesley), Réver, Werley e Leandro; Richarlyson, Serginho, Ricardinho e Renan Oliveira (Mancini); Diego Tardelli, Jobson (Magno Alves).
Técnico: Dorival Júnior

Motivo: primeira rodada do Campeonato Mineiro. Data: 30/1/2011. Horário: 19h30m (de Brasília).
Árbitro: Renato Cardoso Conceição (CBF/FMF) Auxiliares: Márcio Eustáquio Souza Santiago (FIFA/MG)
Helbert Costa Andrade (CBF/FMF).

Cartões amarelos: Réver (Atlético-MG); Vinícius, Dandão, Anderson Silveira (Funorte) Cartão vermelho: Anderson Silveira
Gols: Stanley (Funorte); Magno Alves e Diego Tardelli (Atlético-MG)

COMENTÁRIO PÓS-JOGO:

A estréia do Galo tinha tudo para ser um desastre com diversos fatores contrários: Campo ruim e acanhado, iluminação precária, jogo fora de casa, Funorte pra lá de motivado, time ainda sem o ritmo de jogo ideal. Por outro lado temos os pontos positivos, que são jogadores de qualidade, um treinador de excelente gabarito e a tradição e a a garra alvinegras.

O jogo não teve uma grande qualidade técnica, mas não faltou vontade ao Atlético para reverter o placar desfavorável no primeiro tempo. Com as mexidas do Dorival Júnior o time jogou melhor e conseguiu o mais importante, que são os três pontos. Pontos positivos foram as entradas do Magno Alves, Wesley e Mancini, que se movimentaram e proporcionaram boas jogadas no ataque alvinegro, que foi muito ruim no primeiro tempo. Os pontos a serem melhor trabalhados pelo Dorival daqui em diante são a defesa que ainda alterna altos e baixos, a lateral direita que carece de um dono. Muitos falam em Serginho, mas não acredito que ele deva ocupar a posição. Ainda tem o Patric que deve, no mínimo, jogar umas 7 ou 8 partidas para podermos ver se ele chega para ser ou não este lateral.

O meio campo foi bem, com Ricardinho e Richarlyson desarmando e distribuindo o jogo com eficácia. Faltou um pouco mais de vontade ao Renan Oliveira, que é muito instável. Joga muito bem alguns jogos e em outros é apagado. Se conseguir melhorar isso pode se consagrar, caso contrário a concorrência vai chegar forte, pois tem Diego Souza, Mancini e Wesley lutando pela vaga.

Leandro não comprometeu, mas precisa ter mais precisão nos cruzamentos. Mesmo que não venha para ser titular, precisa de ao menos um concorrente para não se acomodar e poder melhorar sempre.

O mais importante, apesar de tudo, foram os três pontos. Agora é aproveitar a semana para ajustar ainda mais o time para o próximo compromisso.

Saudações alvinegras.


Virada em Moc

A velha história se repete, o time do interior jogando a vida contra o Glorioso.

O primeiro tempo foi morno com a Atlético dominando a partida mas sem muito objetividade, Renan Ribeiro se movimentando bem e Richarlyson com a determinação e força fisica conhecidas. Aos 29 Stanley acertou um belo chute e abriu o placar para o Funorte. No segundo tempo Magno Alves e Werley susbstituiram Jobson e Rafael Cruz, aos 8 min num rebote do arqueiro do Funorte Magno Alves fez seu primeiro tento com a camisa alvi negra e aos 21 Wesley sofreu penalti que foi convertido por Tardelli.

Como um amigo me disse outro dia, este ano o Galo vai priorizar a velocidade, Características dos times do Dorival Junior. Gostei muito da movimentação do Wesley que teve participação nos dois gols e de termos um elenco melhor, com mais opções de qualidade no banco de reservas.

Galo Sempre

Campeonato Mineiro falso "termômetro"

Hoje começa para o Glorioso mais um Campeonato Mineiro, torneio tradicional mas pouco atraente com excessão dos clássicos e as cotas de TV.

Ele é um falso termômetro para avaliar se os times estão preparados para campeonatos mais difíceis. O time campeão não necessariamente estará forte o suficiente para ganhar as demais disputas do ano. O Galo vai buscar o seu titulo de número 41. E caso vença com certeza será motivo de comemoração mas sem ilusão e com os pés no chão.

Força Galo e que tenhamos um 2011 de muitas glorias.

sábado, 29 de janeiro de 2011

Jogos do Galo no campeonato mineiro 2011 1ª fase

Janeiro
DATA HORA JOGO CAMPEONATO ESTÁDIO CIDADE
30/01 19h30 Funorte x Atlético-MG Mineiro Casimiro de Abreu Montes Claros
Fevereiro
DATA HORA JOGO CAMPEONATO ESTÁDIO CIDADE
06/02 17h00 Atlético-MG x Tupi Mineiro Arena do Jacaré Sete Lagoas
12/02 17h00 Cruzeiro x Atlético-MG Mineiro Arena do Jacaré Sete Lagoas
20/02 18h30 Guarani-MG x Atlético-MG Mineiro Farião Divinópolis
27/02 16h00 Atlético-MG x América-MG Mineiro Arena do Jacaré Sete Lagoas
Março
DATA HORA JOGO CAMPEONATO ESTÁDIO CIDADE
13/03 16h00 Ipatinga-MG x Atlético-MG Mineiro Ipatingão Ipatinga
20/03 16h00 Atlético-MG x Villa Nova-MG Mineiro Arena do Jacaré Sete Lagoas
23/03 21h50 Atlético-MG x Uberaba Mineiro Arena do Jacaré Sete Lagoas
Abril
DATA HORA JOGO CAMPEONATO ESTÁDIO CIDADE
03/04 18h30 EC Democrata x Atlético-MG Mineiro Mamudão Governador Valadares
10/04 16h00 Caldense-MG x Atlético-MG Mineiro Ronaldão Poços De Caldas
17/04 16h00 Atlético-MG x América-T.O. Mineiro Arena do Jacaré Sete Lagoas

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

A esclarecedora entrevista de Alexandre Kalil

Boa noite,
Ao ver o blog do Chico Maia me deparei com uma entrevista com o presidente Alexandre Kalil. O material é de total relevância, por isso repasso todo o material na íntegra.

Saudações alvinegras,

Do blog do jornalista chicomaia.com.br

A TV Alterosa, o Superesportes e o Estado de Minas escalaram um time de jornalistas da prateleira de cima para entrevistar Alexandre Kalil.

Confira o que falou o presidente do Galo nessa ótima entrevista:

Kalil passa o Galo a limpo: passado, presente e futuro do clube

Paulo Galvão – Estado de Minas
Péricles de Souza – TV Alterosa
Rodrigo Fonseca – Superesportes
Victor Martins – TV Alterosa

Há dois anos e três meses à frente do Atlético, Alexandre Kalil vai tentar dar sequência à sua gestão no clube. Em entrevista ao Superesportes, ao Jornal Estado de Minas e à TV Alterosa, ele revelou que é candidato à reeleição a presidente do Galo, no final deste ano.

Campeão mineiro em 2010, Kalil tirou lições da decepcionante passagem de Vanderlei Luxembugo pelo time na temporada passada e planejou o Atlético para disputar os títulos das quatro competições que a equipe tem pela frente este ano (Campeonato Mineiro, Copa do Brasil, Sul-Americana e Brasileirão).

Presidente do clube que mais investiu no começo desta temporada, Alexandre Kalil falou sobre as contas do Galo e informou que o Conselho Deliberativo chegou a um acordo para pagar a dívida com o ex-presidente Ricardo Guimarães.

Confira a entrevista:

Principal erro de 2010

“A terceirização absoluta foi muito ruim. Isso não quer dizer que há um culpado. Já cansei de dar entrevista que somos todos culpados, sendo que o principal culpado é o presidente, que é o responsável por tudo, que manda em tudo. Os detalhes eu não vou dar, porque eu aprendi com a lição e com meu sofrimento e não vou passar para ninguém. É meu, eu ganhei como dirigente, como pessoa. Terceirizar o futebol é um negócio que não se deve fazer. A gente olha tudo, com a pitada de palpite, tomando conta de tudo”

Poder de Luxemburgo no futebol do Atlético

“Eu respeito muito números, sou um respeitador de números. Os números do Vanderlei são impressionantes. Eu só fui atrás do Dorival por números. Isso tem de ser respeitado no futebol”

Critérios de contratação para 2011

“O Dorival teve uma participação fundamental e principal, mas sem o aval da diretoria não haveria contratação”

Reforços 2011

“Foram os nomes principais que ele pediu, mas o Atlético teve dificuldade. Só o caso do Richarlyson demorou dois meses, sem ninguém saber. O caso do Botafogo (Jóbson) foi tão lento que apelidei de ‘operação tartaruga’. As coisas apareceram na imprensa, mas não são feitas assim. O Atlético aprendeu, desde que eu entrei aqui, a guardar segredo, justamente para fazer bons negócios, sem ninguém falar que estão tentando e que é viável. Eu já fiz coisas aqui no Atlético que eu li que era viável, pois se é viável eu vou atrás. Teve o caso do Ricardo Oliveira, que o São Paulo declarou que o vazamento fez com que o Santos atrapalhasse o negócio. Então, está provado que não pode vazar não é por frescura”

Torcida: revolta na gestão anterior, crédito na atual

“Não sei se a Galoucura, ou outra torcida organizada, está do meu lado. Eu sei o que eu recebi na rua. Foi o negócio mais impressionante que escutei. Eu falando, nas coletivas, que eu era o principal responsável, e o torcedor que encontrava comigo na rua falava: ‘não senhor, o presidente fez tudo que queríamos’. E não é verdade, o presidente fez tudo que eu queria, só que eu queria a mesma coisa que a torcida do Atlético. De repente, a torcida, não sei o motivo, resolveu tirar o presidente da barca. Certo? Não, errado. Mas graças a Deus, determinaram isso. A própria imprensa, pois não houve um ataque direto à administração Alexandre Kalil no pior momento do Atlético. No pior momento, eu falei que tínhamos que manter a ordem. Vamos cair com o salário em dia e jogador convocado para Seleção Brasileira. Vai ser inédito. E não caiu”

Relação da torcida/ direção do Atlético

“Se o cara é eleito presidente do Atlético, ele é torcida do Atlético. O cara que senta aqui para fazer média, vai se dar mal. Se você tem uma filha e acha que dar toda liberdade é o certo, não gosta dela. O Atlético é uma filha, tem que ter hora para chegar, hora para sair. Eu tenho que te dar formação, educação. A torcida do Atlético tem que entender que não vai entrar no CT, ali é lugar de trabalho. Ficou bonito porque não tem bagunça de torcida lá dentro. Não tem zona, é lugar de trabalho. Na Alterosa, no Uai e no Estado de Minas, ninguém vai entrando não porque eu já fui lá. Eu não faço nada para a torcida, faço para o Atlético. Não fui eleito para agradar torcida. Não sou candidato a nada, por isso posso trazer 25 mil pessoas aqui e doar 40 toneladas de alimentos. Não preciso de voto de ninguém. Preciso de 450 votos, do Conselho. Se quiser eleger, elege. Se não quiser, não elege. O presidente que pensa em agradar a torcida, vai se dar mal, porque a bola tem que entrar na casinha. Se a torcida do Atlético quer gente para agradá-la, vai cair do cavalo. Aqui só pode sentar quem quer agradar o Atlético”

Ameaça de queda em 2010

“Eu nunca trabalhei com a possibilidade de cair. Eu falo que não vou cair porque não sou presidente de pegar malária, de jogar no Pará, no Amazonas. É muito mais fácil eu ser assaltado no Rio de Janeiro que pegar malária no Amazonas. Aqui só tem Plano A, por seguir um plano foi que saímos da situação que estávamos”

Priorizar competição em 2011

“Na hora que fala que o elenco está inchado, tem uma coisa: tem essa competição, essa e mais essa para disputar. Vamos entrar para ganhar tudo, por isso que o elenco está um pouquinho inchado”

O que mudou para o Atlético voltar a investir alto no futebol?

“Eu só posso falar pela minha gestão. Recebemos a cota do Campeonato Mineiro, que é boa, não adiantamos. Ano que vem, vamos receber de novo, e vamos ser o único clube daqui que vai receber, porque já adiantaram do outro ano também. Quando chegar janeiro do próximo ano, vai acontecer a mesma coisa. Entra dinheiro só para o Atlético. É política de dar lucro no fim de ano. Não tivemos um ano operacional de prejuízo. Só trabalhamos com lucro. É receita e despesa, é caderno de turco. Se tem cinco, pode gastar quatro, no máximo cinco. Não tem muito malabarismo, milagre”

Mineirão e Independência fechado

“Vamos atrás do Governo de Minas e não vamos pagar a conta da Copa do Mundo. Fecharam o Mineirão e o Independência. O Atlético não tem onde jogar. A renda é um fiasco no interior. Quem é o prejudicado?”

Como pagar a conta da Copa do Mundo?

“O governo faz um convênio com os clubes, que é legítimo, que é justo e honesto. Não me perguntaram, nem para Cruzeiro e América, se queríamos Copa do Mundo em Belo Horizonte. O Atlético e o Cruzeiro não têm estádio por causa do governo, que fez o Mineirão. Se não tivesse o Mineirão, seria melhor ou pior? No Sul não fizeram o Mineirão. No Paraná tem quatro estádios, e não tem Mineirão. Em Londres tem três ou quatro. Eu não pedi Copa do Mundo, não pedi Mineirão e nem reforma. Agora, não joguem a conta nas costas do Atlético. Estou tranquilo porque o governador é homem de palavra e já falou que o Atlético não paga essa conta”

Dívida com Ricardo Guimarães

“Foi feita uma auditoria no Conselho Deliberativo, que mandou quanto era devido e sentamos num conselho de ética, porque eu não vou me meter nisso. Sou muito vivo para acertar conta passada. Isso foi feito com o Conselho Fiscal, Conselho Deliberativo. O Conselho trouxe a conta, ele deu dois anos de desconto de juros. Quando vender um jogador paga 15% para ele e mais R$ 200 mil por mês, a partir do ano que vem. Foi feito um acordo, assinado por mais de 20 conselheiros, cardeais do Atlético, porque eu não me meti nisso, definitivamente”

Dívida trabalhista

“Graças a Deus, este ano deve acabar”

Lateral Eron na Justiça

“Está na Justiça. Tem um italiano, um gângster que vive de aliciar jogador. O Atlético vai ficar com o jogador. Não podemos criar um menino desde 13, 14 anos e vir um estrangeiro, mafioso, e dar um carro para o pai do menino e levá-lo para a Itália”

Propostas

“Teve uma proposta de empréstimo de quatro meses pelo Diego Souza por 500 mil euros. Eu falei que queria 1 milhão de euros pelos quatro meses. Era para o Oriente Médio, mas não sei o nome do clube. E a proposta de 6,5 milhões de euros (por Diego Tardelli) não me interessou. Nem tomei conhecimento para não gastar passagem”

Grupos de investidores

“Eu tinha um asco absoluto por empresário. Melhorou, porque pelo menos os vagabundos sumiram aqui da sede. Mas não tem futebol mais sem empresário. Tem de mudar a lei. Quem tem jogador, manda no jogador. Exemplo: eu comprei o Diego Souza. De São Paulo, eu tive que viajar para o Rio para fechar com os empresário do jogador. Pagar o Diego Souza não resolveria o problema. Era um investidor que ia receber e outro investidor em outra ponta”

Dinheiro em caixa

“Um empresário falou ontem comigo: você não empresta por 500 mil euros. Se eu falar em 500 mil euros no Rio de Janeiro, eles me laçam pelo pescoço e levo quem eu quiser. Eu disse a ele que o Atlético tinha isso aqui em caixa. O Atlético se valorizou, gasta pouco, tem uma sede modesta, poucos funcionários, bem remunerados, mas poucos”

Saída de Obina

“Quando eu fiz a exigência do Obina, eu falei que na primeira janela não poderia vender. Eu pedi: me ajuda e paga o Obina, mas não é para vender na primeira janela. Aí, na hora que o investidor tem a proposta eu vou avacalhar o negócio? Esse investidor vai fazer o que no próximo jogador que pedir? O Atlético tem de ser um atrativo”

Torcida na expectativa de substituto para Obina

“A torcida é ambiciosa. Só estava adormecida, porque vinha Mexerica, Sergipano. Agora, o Ricardo Bueno não serve, o Jóbson não serve. Não tem lógica. Se vier um goleiro bom, um centroavante bom, pegamos. Mas expectativa da torcida eu não ligo a mínima. Não é assim. Já pensou se eu sair caçando um centroavante porque a torcida está na expectativa? Não estou ligando. Se tiver negócio bom, o Atlético faz, para vender faz também”

Janela de transferência

“A janela está fechada para a Europa. Aqueles clubes não estão com dinheiro também não. Estão quebrados. Antigamente, quando chegava nessa época, só de especulação a gente recebia 15 por dia, recebia dez telefonemas, seis de picaretas, três especuladores e dois sérios. Este ano, nem isso. Conseguiram aposentar até os picaretas, de tão pobres que estão”

Candidato à reeleição

“Até segunda ordem, eu sou candidato à reeleição no Atlético. É muito mais fácil falar que não sou para depois falar que é. O Atlético precisa de 10 anos de boa direção. Não é o Alexandre Kalil. Tem muita gente aqui dentro capaz de tocar o Atlético. O Atlético precisa de dez anos de boa direção. Só não sei se o outro lado aguenta. O Atlético aguentou 10 anos. Se fizermos 10 de boa administração aqui, nós só vamos ter um time na cidade”

Categorias de base

“O Micale (Rogério, técnico que trocou os juniores do Galo pelo profissional do Grêmio Prudente) está voltando para reassumir o júnior, porque houve aquela trapalhada lá. Sobre base, eu aprendi o seguinte: são dois mil testes por ano. Só ficam 40. Saem 1.960 falando mal. Eu já mandei 30 meninos fazer teste lá. Não ficou nenhum. Todo mundo tem um filho Pelé. Poucos clubes no Brasil investem como o Atlético na base. O Atlético gasta seis a sete milhões por ano, com recursos próprios”

Ampliação do CT

“O Atlético precisa de um campo sintético para peneirar 24 horas por dia, e uma equipe de quatro pessoas. Eu vou fazer isso. Aquela Cidade do Galo é um consumo de dinheiro. E olha que botamos lá gerador, poço artesiano, fizemos de tudo, e ainda há uma despesa do cão”

Valor dos ingressos em 2011

“Ainda não sei. Nós não temos estádio. É muito caro. Vocês da imprensa vão no carro da empresa, entram na tribuna. Tira ‘trinta prata’ para você, mais trinta para seu filho, chega lá paga mais quarenta e toma uma cerveja lá fora mais um sanduíche, no final é preço de futebol europeu. A gente fica meio fora da realidade do que o povo lá fora passa para assistir a um jogo. Sete Lagoas não é uma cidade rica, nem tem população para suportar quarta e domingo com o cara pagando quarenta, cinquenta. Quando você pensa em 20 mil pessoas pagando R$ 50, você está falando de uma cidade de quatro milhões de habitantes, porque Belo Horizonte são dois milhões e meio, mas tem Nova Lima, Contagem. Se meio por cento for ao estádio, você põe 25 mil pessoas no estádio em Belo Horizonte”

Futebol elitizado no futuro

“É o caminho. Como dizia Hitler, na história tudo se copia. Se você olhar tudo que acontece no mundo, são raras as invenções. As coisas que deram certas foram copiadas de alguém, os pontos corridos, a copa em mata-mata, a televisão valorizada”

Galo empata amistoso internacional

Em partida disputada na noite de quarta-feira, 26/01/11, Atlético e River Plate do Uruguai fizeram um amistoso na Arena do Jacaré. A partida foi muito acirrada e em determinados lances parecia jogo de torneio sul-americano. Analisando o contexto tático o Atlético jogou o primeiro tempo e parte do segundo no 4-4-2, e o restante do jogo no 4-1-2-3, e o River jogou fechado e explorando os contra-ataques no 3-5-2, uma formação muito bem treinada e obediente taticamente. No início da partida Jobson faz jogada individual e rola para Ricardinho que arrematou, sem chances de defesa para o goleiro uruguaio. Galo 1x0.

Alguns minutos depois, o River Plate veio com apetite ao ataque e acabou empatando após uma falha da defesa alvinegra. Depois do gol, o jogo ficou equilibrado, com chances para os dois lados. A arbitragem errou em lances claros. Impedimentos inexistentes contra o Atlético prejudicaram o time, que poderia ter saído em vantagem no primeiro tempo.

No segundo tempo o técnico Dorival Júnior começou mexendo na equipe, com as entradas de Mancini, Diego Souza, Patric e Zé Luis. O time atleticano criou várias oportunidades, mas não conseguiu o segundo gol graças ao goleiro uruguaio Hernandez que salvou o River da derrota. O River Plate também teve boas chances, mas o Atlético se segurou como pode em sua retaguarda e no final o jogo não teve vencedor.

Quanto as atuações individuais do Atlético, o destaque foi o volante Richarlyson, que marcou, apoiou, desarmou e jogou muito bem. Os laterais tiveram dificuldade, mas se movimentaram e buscaram a linha de fundo sempre que possível. Ricardinho fez o gol atleticano, distribuiu bolas e jogou dentro do seu limite. Tardelli teve algumas chances, mas foi ineficaz e ainda está fora de ritmo. Giovanni é um ótimo goleiro reserva e fechou o gol. O Renan Ribeiro terá que estar muito bem para manter seu lugar na equipe. Diego Souza e Mancini em forma serão importantes e vão ajudar e muito os atacantes lá na frente. Jobson é velocista, inteligente e tem boa finalização. Vai dar muito trabalho para os adversários.

Ainda é cedo para determinar aonde o Galo pode chegar, porém tivemos alguns destaques positivos, e há que se ressaltar que o River Plate do Uruguai está em um estágio avançado na sua preparação, estão com mais ritmo de jogo e endureceram o jogo do início ao fim. Foi um bom adversário para o Atlético. Agora é terminar a preparação para a estréia do time contra o Funorte em Montes Claros no domingo, às 19:30h pela primeira rodada do campeonato mineiro.

ATLÉTICO-MG 1 X 1 RIVER PLATE-URU
Renan Ribeiro (Giovanni); Rafael Cruz (Patric), Réver (Jackson), Werley (Lima) e Leandro (Zé Luís); Richarlyson (Ricardo Bueno), Serginho (Wesley), Ricardinho (Diego Souza) e Renan Oliveira (Mancini); Diego Tardelli (Magno Alves) e Jobson (Neto Berola). Hernandez; Silva (Correa) (Ezquerro), Carrera, De Souza (Lucas) e Prieto (Herrera); Porras, Rizzotto, Nicolas Pereira e Janderson Pereyra (Lugo); Zambrana (Ramirez) e Puppo (Olivera).
Técnico: Dorival Júnior. Técnico: Carlos Morales.
Motivo: Amistoso. Local: Arena do Jacaré, em Sete Lagoas. Data: 26/1/2011. Horário: 22h (de Brasília). Árbitro: Cleisson Veloso Pereira (FMF). Auxiliares: Jair Albano Félix (FMF) e Celso Luiz da Silva (FMF).
Público: 5.172 pagantes. Renda: R$ 69.805,00. Cartões amarelos: Jobson, Diego Tardelli, Réver e Diego Souza (Atlético-MG); Rizzotto e Lugo (River Plate-URU).
Gols: Ricardinho (Atlético-MG), aos 2 minutos, e Janderson (River Plate-URU), aos 12 minutos do primeiro tempo.


quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Dorival relaciona 22 jogadores para amistoso internacional

Do site Globo.com

Jogo será contra o River Plate-URU, na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas
Por Marco Antônio Astoni
Globoesporte.com

O Atlético-MG tem, nesta quarta-feira, às 21h50m, seu último compromisso antes da estreia no Campeonato Mineiro. O jogo será contra o River Plate (URU), na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.
Depois disso, o Galo entra em campo no domingo, às 19h30m, no Estádio José Maria Melo, em Montes Claros, para pegar o Funorte, pelo campeonato estadual.
O técnico atleticano, Dorival Júnior relacionou 22 jogadores para o amistoso. Veja abaixo a lista.
Goleiros: Renan Ribeiro e Giovanni
Laterais: Rafael Cruz, Leandro e Patric
Zagueiros: Werley, Lima e Réver
Meiocampistas: Zé Luís, Serginho, Richarlyson, Ricardinho, Jackson, Renan Oliveira, Mancini e Diego Souza
Atacantes: Wesley, Magno Alves, Neto Berola, Diego Tardelli, Jobson e Ricardo Buno

Comentário antes da partida:

O Atlético mostra ao seu torcedor a sua versão inicial de 2011. Provavelmente a base deverá ser mantida, com a entrada de Richarlyson e Jobson no time titular. O time deve jogar o primeiro tempo no 4-4-2 e, no segundo tempo pode alternar para um 4-3-3, devido a presença de vários atacantes na reserva para a partida de hoje. A partida será uma oportunidade para o treinador estudar e melhor escalar o time da estréia contra o Funorte domingo, pelo campeonato mineiro. A esperança da massa é para que o time mostre ao menos potencial de que pode ter um ano vitorioso nas competições que virão. Força Galo!

Provável escalação: Renan Ribeiro, Rafael Cruz, Réver, Werley e Leandro; Richarlyson, Ricardinho, Serginho e Renan Oliveira; Jobson e Diego Tardelli.

domingo, 23 de janeiro de 2011

Será que Ricardo Bueno vai mostrar melhor futebol?

Obina foi embora para o Shandong Luneng da China. Ele é um goleador nato, e vai deixar saudades para torcida Alvi Negra.


Um dos jogadores do atual elenco que foi uma surpresa negativa, foi o Ricardo Bueno. Chegou em 2010 como artilheiro do paulistão, e infelizmente não mostrou um futebol condizente com o que foi falado sobre ele.

Bueno é novo e futebol ninguém desaprende, agora é torcer para que ele acerte o pé em 2011.

Força sempre Glorioso!!!!

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Galo solidário

Vi este post no site oficial do Atlético e a iniciativa dos jogadores e da diretoria de ajudarem os desabrigados no sul de Minas e no Rio de Janeiro é nobre e válida!
Bom exemplo e que continuem assim!

Do site do Atlético:


* Galo promove arrecadação de donativos em prol dos desabrigados

Sensibilizados com a situação de calamidade das cidades castigadas pelas recentes chuvas, jogadores, comissão técnica, diretoria e funcionários do Atlético promovem, neste sábado, uma arrecadação de donativos em prol das famílias desabrigadas. Em gesto de solidariedade, os atletas receberão pessoalmente os donativos na Rua Bernardo Guimarães, ao lado da Sede de Lourdes, de 9h às 12h. As doações, no entanto, poderão ser feitas até 17h.

“Partiu do Daniel e de outros jogadores um movimento dentro do clube no sentido de angariar recursos para que possamos destinar aos nossos irmãos que estão passando por enormes dificuldades em razão das chuvas. Levamos esse fato ao presidente Alexandre Kalil e ele se dispôs a ampliar essa ação. É um pedido que fazemos à população de Belo Horizonte e, no sábado, estaremos ao lado da Sede de Lourdes recebendo das mãos de todos os cidadãos as colaborações. Estamos acompanhando o que tem se passado, a extensão de tudo isso, e não tenho dúvida de que as doações serão muito bem-vindas. Para nós, será um prazer ajudar. É um pedido que fazemos para todas as pessoas que queiram contribuir, até porque sabemos que a própria Cruz Vermelha está com dificuldades de poder receber doações em razão de não ter um local próprio para armazenagem. O presidente conseguiu alguns caminhões para que a gente possa fazer o recebimento e, logo em seguida, despachar os donativos para que essas pessoas possam recebê-los o quanto antes”, declarou o técnico Dorival Júnior.

O artilheiro Obina reforça o apelo do treinador. “Vamos receber as doações com muito carinho porque a gente sabe que, nesse momento, tem gente que precisa muito. Espero que a população de Belo Horizonte possa ir até lá e ajudar porque vai ser muito importante para os desabrigados”, disse o atacante.

O meia Daniel Carvalho também convoca o povo mineiro a ajudar. “Foi uma iniciativa do grupo de tentar colaborar e todo mundo que comparecer será bem recebido e poderá nos encontrar lá. Podemos ser ídolos para alguns, mas, antes de tudo, somos seres humanos querendo ajudar e colaborar. Então, a gente pede a colaboração de todos porque tem bastante gente passando muita dificuldade e o pouco que cada um puder ajudar já é alguma coisa. Espero que todos possam prestigiar esse evento”, comentou Daniel Carvalho.

O material arrecadado será encaminhado aos órgãos competentes para que eles façam a distribuição. São solicitados produtos de higiene pessoal e limpeza, alimentos não perecíveis, água mineral, cobertores, fraldas descartáveis, colchonetes, roupas de cama e velas.

Clube Atlético Mineiro - Wikipédia, a enciclopédia livre

Para quem quiser ver informações atualizadas sobre o elenco, dados históricos e interessantes a respeito de toda a trajetória do Atlético desde sua fundação em 1908, fica a sugestão de dar uma olhada no site da Wikipedia, que é muito interessante! É só clicar abaixo e conferir! Boa leitura!

Clube Atlético Mineiro - Wikipédia, a enciclopédia livre

Amistoso internacional confirmado

No próximo dia 26 de janeiro, quarta-feira às 21:45h, o Atlético vai apresentar seu elenco para a massa atleticana em amistoso a ser realizado na Arena do Jacaré contra o River Plate do Uruguai. Dorival Júnior deve utilizar, se não todos, boa parte dos novos contratados para esta temporada. O jogo será interessante por se tratar de um adversário de um país sul-americano de tradição no futebol, que é o Uruguai.

Certamente não será possível prever o que o time irá fazer este ano só com este amistoso, mas será uma oportunidade da torcida matar saudade do time e de ver o Galo versão 2011.

Vai pra cima deles Galooo!!!

sábado, 15 de janeiro de 2011

O que esperar do Galo para 2011?

Que 2010 foi um ano complicado, não precisa nem dizer. Luxemburgo e seu projeto naufragou e ganhamos apenas o campeonato mineiro. Infelizmente ele tentou reinventar e fazer algo mirabolante e arriscado, que foi remontar o time no meio da temporada. Ainda bem que o Neymar brigou com o Dorival Júnior, que nos salvou do pior.

2011 já chegou e com ele vem a esperança de conquistas a nível nacional. Dispensamos alguns jogadores que prestaram serviço razoável ao clube. Que sejam felizes aonde estiverem, desde que não nos enfrentem, claro. Outros ainda irão sair. Pena não terem dado certo, mas o futebol é assim.

Aos que chegaram as boas vindas e votos de sucesso a todos. Estes mesmos reforços são pontuais, e de alta qualidade. A expectativa é boa para o time neste ano. Ao todo vieram 9 jogadores: Toró e Richarlyson (volantes), Patric (lateral direito), Giovanni (goleiro), Leonardo Silva (zagueiro), Magno Alves, Jobson, Mancini e Wesley (atacantes). Ainda falta um lateral esquerdo, já que temos somente o Leandro, e o Eron, reserva imediato, acionou o clube na justiça. O time tinha carências, e foram supridas em modo geral. Agora é aguardar o início da temporada para começarmos a ver a cara do time, como ele irá jogar e o que podemos esperar. É válido o otimismo, mas sem oba oba, de achar que ano que vem iremos a Tóquio ou Abu Dabhi para jogarmos o mundial de clubes. É muito prematuro fazer tais afirmações, e todo cuidado é pouco.

O futuro é promissor, pois temos bons jogadores e uma estrutura de primeiro mundo. Portanto, nada de moleza! Com trabalho duro e persistência podemos sim vencer nossos
maiores desafios daqui para frente! Faço uma citação do comandante do BOPE antes da invasão do morro do Alemão no Rio de Janeiro. As palavras são breves, mas de grande valia, seja no futebol ou naquilo em que você está empenhado:

"Nessa hora é que a gente conhece quem é bravo. Nessa hora é que as pessoas vão aplaudir aqueles que sabem fazer. E os senhores sabem fazer".

ACREDITA GALO!

Vídeo institucional do Galo

Este vídeo foi criado com o intuito de atrair e chamar atenção das delegações que podem vir jogar em Belo Horizonte na Copa do Mundo de 2014. O vídeo é muito bem produzido, e é com alegria que vemos o quanto o Atlético é bem estruturado, um exemplo a ser seguido. Que em um futuro próximo possamos colher os frutos com títulos, grandes jogadores e vitórias históricas e marcantes.
Parabéns Galo!

Hino do Glorioso

Esta versão é uma versão instrumental do torcedor Harã Lemes com a partitura incluída. Muito bacana!

terça-feira, 13 de julho de 2010

Excesso de goleiros


Que a posição de goleiro tem sido uma dor de cabeça para o Atlético, não é nenhuma novidade. Já foi até publicada ano passado um texto sobre o tema aqui no blog.

Mas até hoje a contratação do goleiro Marcelo não ficou bem clara, será que o Luxemburgo não tinha maiores informações sobre ele? Pelo que li no portal UAI Marcelo deve ser liberado juntamente com Carini , na verdade acho que nem deveria ter vindo

Agora é esperar nosso xará de Goiás para o jogo de quinta e sair da zona de rebaixamento.

domingo, 4 de julho de 2010

Novos tempos



Vai chegando o final da Copa 2010 e aos poucos temos notícias do Glorioso, algumas dispensas e a grande contratação do Diego Souza, há muito tempo não tínhamos uma aquisição de tanto peso, já tivemos contratações que caíram como luva, Marques, Guilherme, Tardeli mas estes não tinham o prestigio e o peso de um Diego Souza.

Uma coisa animadora, é que os jogadores "mais ou menos" estão indo embora, um time precisa ser competitivo e ter atletas que decidam, outro dia eu é meu grande amigo Lindson Ronaldo conversávamos sobre o Muriqui, é um jogador esforçado mas precisamos de mais que isto, já imaginou o Galo necessitando de um vitória no último jogo para ser campeão brasileiro, e ele errando aqueles gols que até minha falecida avó faria. Obrigado Muriqui, Coelho e cia vocês fazem parte da história do Atlético e boa sorte na nova empreitada.

São os novos tempos Kallil, Luxa e Eduardo Maluf o último chegou para dar equilíbrio, temos um verdadeiro Atléticano já resolvido financeiramente que não precisa do Galo para enriquecer,o melhor técnico do Brasil que acima de tudo quer mostrar que ainda é o melhor, e um diretor de futebol conhecedor das artimanhas do futebol.

O que esparamos é brigar pelo titulo sem mediocridade como ano passado com o Celso Roth.

Este ano completa 39 anos do título de 71 e sei que ele está mais perto do que em anos anteriores.

domingo, 23 de maio de 2010

Olê Marques, olê Marques...





Marques não renova e encerra a carreira. 'É só gratidão', diz ao torcedor

Daniela Mineiro - Portal Uai

Rodrigo Fonseca - Portal Uai

Dia 19 de maio de 2010. Chega ao fim a carreira profissional de Marques Batista de Abreu, ídolo da torcida do Atlético. Após uma conversa com Vanderlei Luxemburgo, o xodó da massa, aos 37 anos, foi informado que seu contrato com o clube não seria renovado. O treinador disse que conta, no restante da temporada, com outras opções para o ataque da equipe. Marques não vai nem mesmo cumprir o restante de seu contrato, que se encerra no final de junho, segundo o Boletim Informativo da CBF.


Marques estava em sua terceira passagem pelo Galo. Chegou ao clube em 1997. Nos anos seguintes, tornou-se um dos mais importantes jogadores do time. No final de 2002, deixou o Atlético e foi para o Vasco. Três anos depois, estava de volta, mas, com o rebaixamento do time no Campeonato Brasileiro, transferiu-se no ano seguinte para o futebol japonês. O retorno final foi em 2008, ano do centenário alvinegro. Foram 386 jogos com a camisa atleticana.

É o recordista de partidas pelo clube em Campeonatos Brasileiros, com 192 participações. É o nono maior artilheiro da história do Galo, com 133 gols, o último marcado na final do Campeonato Mineiro deste ano, conquistado em cima do Ipatinga. Na lista dos maiores artilheiros do Atlético, ele estava a dois de Ubaldo, o oitavo colocado. O líder é Reinaldo, com 255 gols.


Em entrevista exclusiva ao Superesportes, o xodó da massa não escondeu a decepção com a antecipação de sua aposentadoria. Leia alguns trechos:

Conversa com Luxemburgo

“Tive hoje (conversa com Luxa). Foi tranquila. Ele me colocou que está querendo trazer outros jogadores. E que não ia renovar comigo para o segundo semestre. Pra mim foi uma surpresa, como eu te falei. Porque já tinha colocado para todo mundo que eu queria continuar, mas é a opinião dele, ele é o treinador”

Decepção

“Eu fiquei decepcionado, porque eu dava como certa a renovação, como sempre foi a minha vida aqui no Atlético, nunca teve problema. Mas o Vanderlei vetou, e agora é seguir minha vida, tenho outros projetos”

Opção do treinador

“Ele tem o direito dele, como treinador, de fazer essa opção. Futebol é um meio que, às vezes, o negócio fala mais alto que a paixão. Do atleta com o clube, do torcedor também. Olhando pelo lado profissional, ele como treinador, tem direito. O lado sentimental da coisa que é meio difícil de você entender. Porque o torcedor já esperava essa renovação, mas ela não aconteceu”

Política

“Mantenho minha candidatura (a deputado estadual). Isso (a candidatura) não pode pesar de jeito nenhum (na não renovação), porque eu sempre me dediquei ao Atlético. Minha dedicação sempre foi completa e ia ser assim até o final do ano. É a opção dele de estar querendo fazer uma outra coisa, não vejo outros motivos, não”

E a carreira profissional?

"Estou aposentado"

Jogo de despedida e mensagem ao torcedor

“Isso é tudo novo, aconteceu hoje. A gente vê com tranquilidade depois, o caminho (para um jogo de despedida). O torcedor é e sempre foi o meu grande aliado. Foi por ele que, por tantas vezes, eu abri mão de dinheiro aqui no Atlético. Eu joguei machucado. Então, é só gratidão”


MARQUES Batista de Abreu
Naturalidade: Guarulhos (SP)
Nascimento: : 12/03/1973
Altura: 1,74
Peso: 66 kg
Terceira passagem pelo Galo: 386 jogos / 133 gols
Nono maior artilheiro da história do clube
Autor do gol mil do Atlético em Campeonatos Brasileiros
Recordista de jogos pelo time em Campeonatos Brasileiros: 192
Clubes:
Corinthians-SP - 1993 a 1995
Flamengo-RJ - 1996
Sao Paulo-SP - 1997
Atlético - 1997 a 2002
Vasco-RJ - 2003
Nagoya Grampus (JAP) - 2004/05
Atlético - 2005/06
Yokohama Marinos (JAP) - 2006/07
Atlético - 2008/2010
Títulos no Atlético
1997 - Copa Centenário de Belo Horizonte
1997 - Copa Conmebol
1999 - Campeonato Mineiro
2000 - Campeonato Mineiro
2010 - Campeonato Mineiro
Outros títulos
Campeonato Paulista (1995 e 1997)
Copa do Brasil (1995)
Campeonato Carioca (1996)
Pré-Olímpico, pela Seleçao Brasileira (1996)
Seleçao Brasileira: 11 convocaçoes / quatro gols

Com a melhor estrutura do Brasil, Galo ganha elogios dos jogadores

Sportv avaliou todos os clubes da Série A do Campeonato Brasileiro

Do site Globo.com

O Sportv, em parceria com o curso de Especialização em Futebol da Universidade Federal de Viçosa (UFV), elegeu a Cidade do Galo – centro de treinamentos do Atlético-MG – como a melhor de todo o Brasil. Os 20 clubes da Série A do Campeonato Brasileiro foram avaliados.

Durante muitos anos, o Atlético-MG sofreu com problemas de infraestrutura. Os jogadores eram obrigados a treinar no clube social, na presença de sócios, o que atrapalhava a concentração dos atletas e o trabalho dos treinadores. Isso quando a comissão técnica atleticana não tinha que correr atrás de campos na região metropolitana de Belo Horizonte para conduzir os treinamentos.


Porém, a partir de 1999, o futebol profissional do Atlético-MG foi abrigado na nova Cidade do Galo. Com 250 mil metros quadrados, o centro de treinamento do clube mineiro é excelência em quase todos os aspectos.

- Quando cheguei aqui, tive uma surpresa agradável. Eu via a estrutura, campos de qualidade, fisioterapia, hotel, hospedagem, alimentação, enfim. Aqui é tudo do bom e do melhor. Eu posso dizer que o jogador do Atlético-MG deve se preocupar somente em jogar e em treinar, porque a qualidade e a infraestrutura do Galo não tem igual – elogiou o goleiro Marcelo.

São quatro campos de tamanho oficial, vestiários, academia completa, departamentos médico, de fisiologia e fisioterapia, além de um hotel para concentração da equipe profissional. A Cidade do Galo possui também sala de raio-x, equipamento para ultrassonografia, consultório dentário, sala de musculação, piscina aquecida, tanque de gelo, caixa de areia e lavanderia.

- Concordo com a pesquisa. As equipes que trabalhei tinham bons centros de treinamento, mas o do Atlético-MG não deve nada para ninguém. Não somos nós jogadores que dissemos isso. Foi uma pesquisa que comprovou. O Galo está no caminho certo – comemorou o lateral-esquerdo Leandro.

O outro clube mineiro, o Cruzeiro, também teve boa avaliação. A Toca da Raposa II ficou na terceira posição, atrás também do Atlético-PR.

Veja a classificação e a pontuação de cada clube avaliado:

1º – Atlético-MG – 3.538
2º – Atlético-PR – 3.509
3º – Cruzeiro – 3.465
4º – São Paulo – 3.447
5º – Santos – 3.142
6º – Palmeiras – 3.107
7º – Internacional – 3.032
8º – Goiás – 2.993
9º – Grêmio – 2.964
10º – Botafogo – 2.814
11º – Flamengo – 2.690
12º – Vasco – 2.650
13º – Corinthians – 2.439
14º – Fluminense – 2.297
15º – Avaí – 2.255
16º – Guarani – 2.252
17º – Atlético-GO – 2.156
18º – Vitória – 1.943
19º – Ceará – 1.705
20º – Grêmio Prudente – 395

terça-feira, 4 de maio de 2010

A história dos 40 títulos estaduais do Atlético

Em seus 102 anos de história, Galo se tornou o maior vencedor do Campeonato Mineiro
Ludymilla Sá - Estado de Minas

• 1915 - O Atlético se torna oficialmente o primeiro campeão do Estadual, com o triunfo no recém-criado Campeonato Mineiro pela Liga Mineira de Desportos Terrestres (LMDT). Meireles, com sete gols, comemorou a artilharia da competição, que contou também com América, Cristóvão Colombo, Higiênicos e Yale.

• 1926 - O campeonato foi praticamente vencido por Mário de Castro, terceiro maior artilheiro da história do Galo, com 195 gols em 100 jogos. Na decisão contra o América, o Endiabrado, como era carinhosamente tratado pela torcida, marcou três na goleada por 6 a 3.

• 1927 - BH tinha somente 40 mil habitantes e 4 mil deles foram ao Estádio da Alameda, onde hoje está o supermercado Extra, ver Mário de Castro, Said e Brant em ação contra o já arquirrival Palestra. Os atleticanos voltaram felizes para casa depois da goleada de 9 a 2 aplicada no adversário.

• 1931 - Numa final emocionante, Galo derrota o Villa Nova de virada. O time de Nova Lima vencia por 3 a 0 e, de forma surpreendente, Mário de Castro fez os quatro gols que deram ao Atlético o quatro título estadual.

• 1932 - Alvinegro foi campeão invicto do Mineiro, que não teve América, Palestra e Villa Nova – disputaram uma competição paralela, vencida pelo Leão do Bonfim. Na final, o Galo derrotou o Fluminense por 4 a 1.

• 1936 - Com nove vitórias em 12 jogos (além de um empate e uma derrota), o Atlético venceu com Kafunga, Florindo e Quim; Zezé Procópio, Lôla e João Bala; Paulista, Alfredo Bernardino, Guará, Nicola e Resende. No ano seguinte, eles dariam ao alvinegro o título de campeão dos campeões.

• 1938 - Guará, o Perigo Louro, foi determinante em mais uma conquista invicta do alvinegro.

• 1939 - Na decisão, o Atlético venceu o Cruzeiro por 1 a 0, gol de Paulista. O jogo, no entanto, ficou marcado pelo traumatismo craniano sofrido por Guará, em choque com o zagueiro Caieira. Guará só retornaria aos gramados no ano seguinte, mas nunca mais foi o mesmo e acabou abandonando o futebol precocemente, aos 25 anos.

• 1941 - Sem Guará, o Atlético se refez da perda do artilheiro e conseguiu mais um título. Desta vez diante do Siderúrgica, de Sabará. Depois de um empate e uma vitória para cada lado, o alvinegro venceu a partida de desempate por 2 a 1.

• 1942 - O Galo derrotou o Ipiranga, como passou a ser chamado o Palestra em razão da Segunda Guerra Mundial, por 2 a 0, e foi campeão. No dia seguinte, o rival passou a se chamar oficialmente Cruzeiro.

• 1946 e 1947 - O bicampeonato foi marcado pelo cinquentenário de BH. Começava a história de Armando Giorni, o Mão de Onça, um dos melhores goleiros que já vestiu a camisa alvinegra.

• 1949 - Em campeonato disputado em três turnos por pontos corridos, o Atlético foi campeão e o América vice.

• 1950 - A competição foi dividida em duas pelo Atlético, que durante 50 dias excursionou pela Europa e retornou com o título de Campeão do Gelo. Quando voltou, sagrou-se campeão mineiro.

• 1952, 1953, 1954 - O primeiro tri, derrotando o Cruzeiro, na final, por 2 a 0. Ubaldo foi carregado até a sede de Lourdes; Zé do Monte consagrou-se como grande líder e toda a equipe entrou para história.

• 1955 - Galo se sagra primeiro tetracampeão da era do profissionalismo em Minas. A equipe não contou com Zé do Monte, uma de suas principais estrelas, na vitória por 4 a 1 sobre o Villa Nova no Independência.

• 1956 - Com um gol de Vaduca aos 39min do segundo tempo, o Galo, campeão do primeiro turno, derrotou o Cruzeiro, campeão do segundo, e conquistou o pentacampeonato.

• 1958 - Em mais um campeonato marcado por mandos e desmandos da Federação Mineira, o Atlético foi proclamado campeão. América foi vice.

• 1962 - Com Marcial no gol e Nílson comandando o ataque, o alvinegro foi mais uma vez campeão, depois de derrotar o arquirrival celeste. O atleticano Nilson, com nove gols, terminou como artilheiro.

• 1963 - Galo chega ao bi depois de vencer o Democrata-SL na final.

• 1970 - Sob o comando de Telê Santana, o Atlético assegurou o título por antecipação. Com nove vitórias em 10 jogos, já entrou campeão em campo para enfrentar o Cruzeiro na final. O jogo terminou 1 a 1 e a massa comemorou o fim do jejum de sete anos.

• 1976 - Há muito tempo a torcida do Atlético não via um time como o de 1976, que viria a ser a sensação do Campeonato Brasileiro de 1977. Com Reinaldo, Cerezo, Marcelo e Ortiz, o Galo venceu o Cruzeiro de Piazza, Nelinho e Joãozinho e ergueu a taça de novo

• 1978 - Sem seu maior jogador – o atacante Reinaldo, que já sofria com o joelho direito –, Galo recontratou Dario, que marcou nove gols e levou o time a mais um título estadual.

• 1979 - Já sem Reinaldo, o Atlético sofreu com a perda de Cerezo, que, machucado, ficou de fora de quase todo o campeonato. Mas retornou no momento certo, justamente na final contra a Raposa, e ajudou o Galo a conquistar outro bicampeonato.

• 1980 - Com uma goleada por 5 a 1 sobre o América, no Mineirão, o alvinegro levou mais um troféu do Estadual para a sua galeria. Eli Mendes, Palhinha, Éder, Heleno e Renato garantiram a festa.

• 1981 - No último jogo do Mineiro, Éder e Cerezo garantiram a vitória do Atlético sobre o Cruzeiro. Mas o Galo havia sido proclamado campeão na rodada anterior ao clássico.

• 1982 - Num time que contava com Nelinho, Éder, Reinaldo e Cerezo, quem brilhou foi o jovem Catatau. Com um futebol ágil, ele fez a diferença na decisão, destruindo a retranca cruzeirense na vitória por 2 a 1, que garantiu mais um troféu para a sede de Lourdes.

• 1983 - Mesmo sem Cerezo, vendido para a Roma, o Galo chegou ao sexto título seguido. Sagrou-se campeão com a goleada por 3 a 0 sobre o Nacional, de Uberaba.

• 1985 - Numa decisão das mais equilibradas, o Galo encarou o Cruzeiro em três jogos. Depois de dois empates (0 a 0 e 2 a 2), os times partiram para o terceiro jogo, que também terminou sem vencedor no tempo normal. Somente na segunda etapa da prorrogação o Galo conseguiu o gol do título, de Paulinho.

• 1986 - O alvinegro não deu chances para ninguém. Conquistou o bicampeonato com uma rodada de antecipação e ainda promoveu a ressurreição do centroavante Nunes, terceiro maior artilheiro da história do Estadual, com 26 gols naquele ano.

• 1988 - O Atlético venceu o primeiro turno e, com a vitória por 1 a 0 sobre o Cruzeiro, em 10 de julho, levantou a taça, dispensando a disputa do triangular final. Jason, de cabeça, fez o gol do título.

• 1989 - Outro bicampeonato em jogo histórico. O Estádio Duarte de Paiva recebeu a primeira decisão Estadual, mas os torcedores do Democrata tiveram de engolir mais um triunfo atleticano, desta vez por 1 a 0, gol de Paulo Roberto.

• 1991 - Com a melhor campanha em todas as fases do Mineiro, o time, comandado por Jair Pereira, levou mais uma taça

• 1995 - O Atlético foi soberano, arrebatando o primeiro e segundo turnos. No último jogo do campeonato, Renaldo foi consagrado pela massa, ao marcar dois gols nos 3 a 1 sobre o Cruzeiro.

• 1999 - Atlético e América decidiram em três partidas. Na última, 1 a 0 para o Galo, jogo marcado pela garra do volante e capitão Alexandre Gallo, que jogou com a cabeça enfaixada, em função de um corte.

• 2000 - De novo, a final foi contra o Cruzeiro. O Galo venceu o primeiro jogo por 2 a 1 e praticamente assegurou a taça. No segundo, a igualdade por 1 a 1 apenas confirmou o título.

• 2007 - Embalado pela conquista da Série B do Brasileiro e o consequente retorno à elite, o Atlético goleou o Cruzeiro por 4 a 0 no primeiro jogo. O goleiro Fábio, de costas, foi surpreendido com um gol do atacante Vanderlei, que ganhou as manchetes do Brasil. Mesmo derrotado por 2 a 0 na segunda partida, levou a taça, pondo fim ao jejum de seis anos.

• 2010 - Com Vanderlei Luxemburgo no comando e Diego Tardelli no ataque, Galo chegou à inédita final contra o Ipatinga. No primeiro jogo, o Alvinegro superou o rival no Ipatingão por 3 a 2. O título foi selado no Mineirão. Apoiado por mais de 60 mil vozes, o Atlético venceu o Ipatinga por 2 a 0, gols dos ídolos Tardelli e Marques.

domingo, 2 de maio de 2010

É CAMPEÃO


40º TÍTULO MINEIRO COM FINAL FELIZ PARA MARQUES FAZENDO O GOL DO TÍTULO, MESMO QUE NÃO VENÇA O SANTOS NA PRÓXIMA QUARTA TEMOS A CERTEZA QUE O GALO VOLTOU A SER O DONO DO PEDAÇO.

QUEM TEM LUXEMBURGO NO BANCO PODE SONHER ALTO!!!!!!!!!!!!!!!!!!


GALOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO

CAMPEÃO

domingo, 25 de abril de 2010

Mão na taça


Jogando bem contra o Ipatinga,mesmo tomando 2 gols bobos,o Galo conseguiu uma vitória importante de virada. Taticamente o Atlético foi muito bem, teve domínio do jogo, Corrêa jogou com inteligência e foi decisivo para o Gol de empate. Domingo que vem jogando com serieade e respeito o glorioso coloca a outra mão na taça. Agora é pegar os meninos da Vila pela copa do Brasil e fazer o resultado na quarta feira.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Mais fácil que imaginava


O Atlético, mostrou disciplina tática e inteligência ao ganhar ontem do Sport na Ilha do Retiro, e o melhor sem sofrimento ou aperto tão comuns no cotidiano alvi negro.

Como havia dito na semana passada, o Galo precisaria jogar com sabedoria para pegar o Santos na próxima fase, dito e feito.

O Santos é um bom time mas não é imbatível, e o nosso treinador é o melhor do Brasil.

Quarta feira o Mineirão vai ter mais de 40 mil torcedores.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Resultado positivo mas...



O Galo fez o dever de casa, poderia ter feito um placar maior, mas o Sport não é um time ruim. Luxemburgo fez uma substituição correta ao tirar a eterna promessa Renan Oliveira por Marques, este que por sinal deu um novo alento ao jogo.

Com certeza o Atlético precisa melhorar muito, o Tardeli tem que jogar com mais objetividade e fazer menos firulas desnecessárias, o Muriqui é um Eder Luiz melhorado ele é um atleta para compor o grupo e um opção para o banco. Semana que vem o Galo tem que jogar com bastante sabedoria para pegar o Santos na próxima fase.

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Vencer sem tomar gols






Hoje contra o Sport o Galo tem que fazer óbvio, vencer sem tomar gols, mas para isto é preciso entrar mais focado, gosto muito do Tardeli, mas ele tem que regular mais em jogos decisivos.

Temos que ser realistas,este ano não ganhamos ainda de um adversário de maior expressão, perdemos o clássico e empatamos os dois contra o América.


Vamos torcer e pra cima deles Galo.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Ainda falta muito

Mais uma vez o Galo teve um jogo morno, desta vez contra o Ipatinga, o time esta se ajustando. O meio de campo requer mais velocidade, na lateral o Coelho continua sendo o Coelho de sempre, tendo alguns momentos de lucidez e ainda errando coisas banais.

Com certeza o Luxemburgo sabe o que está fazendo , o difícil é ter paciência até o acerto do time.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Vitória contra Tupi, foi mais que obrigação

Sou da opinião, que contra times do interior, o Atlético tem que passar por cima, qualquer outro resultado é para se preocupar. A estrutura,orçamento,material humano é infinitamente maior do que de qualquer time fora da capital.

O que podemos destacar no jogo contra o Tupi , é que o Galo tem muito a melhorar, na minha analise de leigo, acho o Evandro lento, o Coelho apesar do belo gol , ainda precisa melhorar a parte física e técnica, o lance que originou o primeiro gol sofrido se deu por um escanteio infantil cedido por ele.

Este tipo de vacilo contra times de maior expressão é fatal, sabemos como vai ser o campeonato e quem provavelmente ira fazer a final, neste meio tempo é arrumar a casa, ganhar ritmo e deixar o time na ponta dos cascos.

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Cáceres de volta





Ontem estava ouvindo o Emanuel Carneiro dizendo que o Cárceres não quis jogar a 2º divisão pelo Galo, e que muitos torcedores não queriam o retorno dele. Acho uma tremenda besteira , o cidadão é um profissional e tem o direito de não querer jogar uma segunda divisão, enquanto atuou pelo Galo fez o seu papel, não podemos agir com emoção e sim com razão, é um grande zagueiro e tem tudo para dar certo no time que o glorioso esta montando.Um clube para ser campeão precisa de jogadores diferenciados. Mais uma vez parabéns Kalil tá fazendo o certo e ouvindo a torcica. Força Galo!!!!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Era Luxemburgo , Obina tá na área

Já se foi 2009, e mais uma vez começa um ano de expectativas.Os campeonatos regionais começam mornos, os times mais estruturados começam a se destacar e no final das contas nada muda muito. Já na cidade do galo a novidade é o Obina, não é o melhor atacante do mundo, mas não é tão ruim como dizem os torcedores do rival. A esperança é que o Atlético faça melhor que nos outros anos, em 2010 pelo menos tem um técnico vencedor que tem espírito de campeão, esperamos que este sentimento faça parte do elenco alvi negro e que este ano a torcida possa ser mais feliz que 2009.

sexta-feira, 17 de abril de 2009

GOLEIRO URGENTE

Eu tive o privilégio de ver o Cláudio André Tafarel, jogar pelo glorioso. Não conheço na história do futebol, um time, que tenha sido vencedor sem ter um goleiro de ponta.

Atualmente o Juninho tem feito bons jogos, mas somente com times de menor expressão, todo goleiro erra,mas quando este erro é recorrente, isto torna se uma preocupação. O Edson nem se fala, é um cara esforçado, mas não passa a menor confiança. Estão dizendo que o Renan terceiro goleiro vai ser lançado, vamos ver o que nos espera. Acredito que o Leão esteja antenado para isto.

quinta-feira, 5 de março de 2009

A Massa - por Idelber Avelar

Torcidas, as haverá mais numerosas (Flamengo) ou mais conhecidas por sua grandeza (Corinthians), mas nenhum séquito futebolístico brasileiro se compara ao do Clube Atlético Mineiro em mística apaixonada, em anedótario heróico, em poesia acumulada ao longo dos anos. "A Massa", como é simplesmente conhecida em Minas Gerais, compartilha com a torcida corinthiana ("A Fiel") a honra de deixar-se conhecer com um substantivo ou adjetivo comum transformado em nome próprio, inconfundível.

A Fiel, A Massa: poucas outras torcidas terão realizado tal operação de mutação de um nome comum em nome próprio. Muito distintas são, no entanto, as torcidas dos alvi-negros paulistano e belo-horizontino: quem já vestiu a camisa do time do Parque de São Jorge sabe que a Fiel é fiel em sua paixão, não em seu apoio. Na derrota, a Fiel é implacável; não desaparece, como a torcida do Cruzeiro. Está sempre lá. Mas é capaz de crucificar com um pequeno manifestar-se de sua raiva. Na vitória, cobra cada vez mais, e reinstala aí sua insatisfação, cuja raiz quiçá esteja no mal-resolvido trauma dos 23 anos sem título, e do grande pesadelo de duas décadas chamado Pelé. A Fiel é fiel, e sempre o foi, mas sua fidelidade se nutre de um descompasso entre a alma do torcedor e a alma do time. No caso do atleticano, a alma do time não é senão a alma da torcida.

Toda a mística da camisa, das vitórias sobre times tecnicamente superiores (e também das derrotas trágicas e traumáticas), emana da épica, das legendárias histórias que nutre sua apaixonada torcida: nem o Urubu, nem o Porco, nem o Peixe, nem a Raposa, nem o Leão, nem nenhum animal mascote se confunde com o nome do time, com sua identidade, com sua alma mesma, como o Galo com o Atlético Mineiro.
E Galo é o nome da torcida (GA-LO), bíssilabo cantável e entoável como grito de guerra que ela eternizou ao encarnar em si o espírito do animal. Nenhum outro time é conhecido por tantas vitórias improváveis só conquistadas porque a massa empurrou. "Quem possui uma torcida como esta, é praticamente impossível de ser derrotado em casa" (Telê Santana).

Pelos idos de 69 ou 70, o timaço do Cruzeiro já tetra ou pentacampeão entrava em campo mais uma vez e parecia que de novo ia humilhar o Atlético, que já amargava o quinto aniversário do Mineirão sem nenhum título estadual. A superioridade técnica de Tostão, Dirceu Lopes, Natal, Raul, Piazza e cia eram simplesmente incontestável. Mesmo naquele clássico durante vacas tão magras, a massa atleticana era, como sempre foi, maioria no Mineirão. Impotente, ela viu Dirceu Lopes abrir o placar e o time do Cruzeiro massacrar o Galo durante 45 minutos. No intervalo, a massa que cantava o hino do Atlético foi inflamada por um recado de Dadá Maravilha pelo rádio: "Carro não anda sem combustível". A fanática multidão encheu-se de brios, fez barulho como nunca, entoou o grito de guerra como nunca, encurralou sonoramente a torcida cruzeirense, e o time do Atlético - infinitamente inferior, liderado pelo artilheiro Dario e pelo seu grande goleiro (como é da tradição atleticana) Mazurkiewcz - virou o placar para 2 x 1 sobre o escrete azul, e abriu caminho para a reconquista da hegemonia em Minas, selada com o título estadual de 70 e o Brasileiro de 71. Nenhum dos jogadores atleticanos presentes nessa vitória jamais se esqueceu da energia que emanava das arquibancadas, e que literalmente ganhou o jogo.

Também as derrotas tradicionalmente contribuiram para a mística e paixão atleticana: como em 1998, quando o visitante Corinthians trouxe ao Mineirão sua máquina que se preparava para ser bicampeã brasileira e campeã mundial. O Galo se recuperava no Campeonato Brasileiro, vinha de uma vitória sobre o Grêmio no Olímpico, e a Massa mais uma vez lotou o estádio. Com seu toque de bola, o Corinthians envolveu o time atleticano, e no meio do segundo tempo já aplicava impiedosos 5 x 0, enquanto tocava a bola, colocava os atleticanos na roda e esperava o fim do jogo. Vendo seu time humilhado por um adversário superior dentro de seu próprio terreiro, a massa se levantou, e cantou durante mais de 10 minutos o belo hino, mais alto e com mais amor que nunca. Nenhum jogador presente se esqueceu, e um ano depois o Galo devolveria ao Corinthians os 5 x 1 do Mineirão, com sonoros 4x0 no Maracanã.

Como no silêncio sepulcral que envolveu o Mineirão em março de 1977, quando a grande equipe atleticana de Cerezzo, Reinaldo, Paulo Isidoro, João Leite e Marcelo perdeu nos pênaltis o título que todos já consideravam seu, incluindo-se, às vezes parece, os próprios adversários são-paulinos. O time do Atlético - mesmo jogando sem Reinaldo, injustamente suspenso - foi empurrado pela torcida, mostrou-se muito superior ao do São Paulo, como havia feito durante todo o campeonato em que acumulou 17 vitórias, 4 empates e nenhuma derrota, encurralou o adversário durante 120 minutos, mas o gol não saiu. O título é perdido nos pênaltis, mesmo depois de duas grandes defesas de João Leite em cobranças são-paulinas. Angelo, um dos craques do jovem time atleticano, deixa a partida pisoteado por Chicão, e nunca mais seria o mesmo. O Galo, base da seleção brasileira de Osvaldo Brandão, sai de campo vice-campeão invicto, com os 11 jogadores abraçados, 10 pontos à frente do campeão, e a Massa recebe aí sua grande tarefa dos próximos anos: realizar o luto pelo enorme trauma.

Começou a tarefa no domingo seguinte às 10 da manhã, levando legiões de bandeiras para uma amarga partida contra o Bahia no Mineirão. Nenhuma outra derrota de um favorito no Brasileirão se revestiria de tanta mística apaixonada. A partir daí essa Massa acumularia 10 títulos mineiros em 12 anos, e uma sequência de campanhas sensacionais no Brasileirão (o Atlético Mineiro é o time que mais pontos conquistou nos Campeonatos Brasileiros), interrompidas na final ou semifinal, em jogos fatídicos (Flamengo-80, Santos-83, Coritiba-85, Guarani-86, Flamengo-87, Corinthians-88).

A magia atleticana se encarnaria no seu torcedor mais famoso, Sempre, cujo nome real não se conhece, tal é força do apelido. Durante décadas, Sempre ocupou as arquibancadas do Independência e do Mineirão, com sua bandeira e seus ditos legendários. Nunca deixou de comparecer e nunca vaiou o time, embora chorasse nas derrotas. Foi dos primeiros a entoar o hino composto por Vicente Motta em 1969, e depois aprendido por milhões em todo o Brasil. Abria e fechava o clube diariamente, e participou de epopéias memoráveis da massa atleticana, como quando a multidão carregou no colo o artilheiro Ubaldo, pentacampeão mineiro de 1956, de sunga, ao longo dos 5,5 kilômetros que separam o estádio Independência da Praça Sete, ou como quando 20.000 atleticanos invadiram o Maracanã e empurraram o time à conquista do Primeiro Campeonato Brasileiro, em 1971, sobre o Botafogo de Jairzinho.
O Furacão de 70 sentiu seu peso de novo cinco anos mais tarde, na decisão do Mineiro de 76 - quando a Massa, mesmo tendo comemorado só 1 dos últimos 11 campeonatos mineiros, tomou conta do Mineirão para empurrar uma turma de meninos de 18-21 anos (de nomes Reinaldo, Cerezzo, Paulo Isidoro, Danival, Marcelo) a vitórias contundentes sobre o campeão da Libertadores. Estava aberto o caminho para o hexacampeonato de 78-83.

"Se houver uma camisa alvi-negra pendurada no varal num dia de tempestade, o atleticano torce contra o vento”.O achado do cronista Roberto Drummond resume a mitologia do Galo: contra fenômenos naturais, contra todas as possibilidades, contra forças maiores, a torcida atleticana passa por radical metamorfose e se supera. Superou-se tantas vezes que já não duvida de nada, e cada superação reforça ainda mais a mística, como uma bola de neve da paixão futebolística. Nenhum atleticano hesitaria em apostar na capacidade da Massa de transformar o impossível em possível a qualquer momento, de fazer parar aquela tempestade que açoita o pavilhão alvi-negro deixado solitário no varal. Não surpreende, então, o sucesso que tiveram os jogadores uruguaios que atuaram no Atlético Mineiro, do grande Mazurkiewcz ao maior lateral-esquerdo da história do clube, Cincunegui. Se há uma mística de garra e amor à camisa que se compara à atleticana, é a da celeste, não mineira, mas uruguaia. Só à seleção uruguaia a pura paixão por um nome e um símbolo levou a tantas vitórias inacreditáveis, improváveis, espíritas, ou puramente heróicas.

Em 1966, as duas camisas legendárias se encontraram, e o Galo derrotou o Uruguai duas vezes (26/04/66 - Atlético 3 x 2 Uruguai, 18/05/66 - Atlético 1 x 0 Uruguai). Ao contrário das torcidas conhecidas por sua origem étnica (Palmeiras, Cruzeiro, Vasco), por sua origem social (Flamengo, Fluminense, Grêmio, São Paulo), ou por seu crescimento a partir de uma grande fase do time(Santos, Cruzeiro), qualquer menção da torcida do Atlético Mineiro evoca, invariavelmente, a substância mesma que constitui o torcer. O amor ao time na vitória e na derrota, o apoio incondicional, a garra, a crença de que sempre é possível virar um resultado, o hino entoado unissonamente: a legião fanática que ama o Galo acima de tudo sabe que ser atleticano é unir-se num estado de espírito, compartilhar uma memória, e fazer da esperança uma permanente iminência. A massa atleticana é a prova maior de que, mesmo em época de profissionalização total do futebol, e do negócio futebol, para o povo brasileiro este é acima de tudo paixão por uma cor, um nome, um símbolo, a memória de um instante que pode ser um gol, um campeonato, um abraço ou um beijo. Galo é o nome que mais radical e verdadeiramente expressa, para tantos milhões de brasileiros, o inexplicável dessa paixão. O Galo é o único clube a ter vencido a Seleção Brasileira. E não foi qualquer uma. Ela entrou em campo com Felix, Carlos Alberto, Djalma Dias, Joel e Rildo (Everaldo); Piazza e Gérson (Rivelino); Jairzinho, Tostão (Zé Maria), Pelé e Edu (Paulo César). O Galo venceu com Mussula, Humberto Monteiro, Grapete, Normandes (Zé Horta) e Cincunegui (Vantuir); Oldair e Amauri (Beto); Vaguinho, Laci, Dario e Tião (Caldeira).